MERÁKI (2013)

Para seu terceiro espetáculo, a Cia. Fusion de Danças Urbanas abriu suas portas para outros artistas, num esforço de busca por novas possibilidades de trabalho (na dança, mas também em áreas como música e fotografia), criando o coletivo Casa Urbana. O resultado dessa interação é o espetáculo “Meráki”, palavra vinda do grego que traduz o espírito deste projeto e significa “fazer algo com alma, criatividade ou amor” e, principalmente, “colocar parte de si em algo que se está a fazer”. 

 

MATÉRIA PRIMA (2012)

Numa roupagem moderna que visa à informação, à experimentação e ao entretenimento, a matéria prima das danças urbanas é aqui a base para um trabalho em que se busca uma relação harmoniosa entre velho e novo; entre o tradicional e o inovador; entre o respeito pelas origens e a liberdade criativa; alcançando-se, assim, uma otimização do potencial artístico e criativo das danças urbanas.

SOM (2009)

Tradicionalmente, a dança e a música estão sempre juntas, a primeira sendo em geral dependente da segunda. O espetáculo Som tem como ponto de partida essa valorização das sonoridades,  casando e dança, mas também descasando-os; explorando sons ligados ao movimento hip hop de forma inusitada, e também sons que normalmente não seriam de forma alguma ligados às danças urbanas, já que, em se tratando de arte, não há limites, não há fórmulas.     

 

 

 

Em 2009, a Cia. Fusion de Danças Urbanas estreou seu primeiro espetáculo, "Som". Desde então, passou a dedicar-se a esse tipo de trabalho, abandonando, dessa forma, seu status anterior de grupo amador, no qual havia permanecido desde sua fundação, em 2002. Estreou mais três espetáculos de palco, "Matéria Prima" (2012) e "Meráki" (2013) e "Quando efé" (2014), um espetáculo de rua e já está em processo de pesquisa para a montagem do quinto, "Pai contra mãe", com estreia prevista para 2016.  

QUANDO EFÉ (2014)

A mineiridade não nos abandona. As peculiaridades de ser daqui afetam até o mais universal dos mineiros. Ser hip hop em Minas tem seus caprichos, e a cosmopolita Belo Horizonte conserva o velho ao se abrir ao novo. Sobre isso é o espetáculo “Quando efé”, que busca unir a linguagem inovadora das danças urbanas (cultura Hip Hop) ao que nos faz diferentes de todos os outros: ser de Minas Gerais, com sua história, seus costumes, sua memória, seu progresso, sua tradição voltada para o futuro. 

 

ESPETÁCULOS